Alterações na pele se formam após rompimento de fibras de colágeno e elastina
A estrutura da pele está em constante transformação ao longo da vida. A estria é uma das possíveis manifestações que surgem por causa dessas mudanças estruturais, impactando tanto a estética quanto a autoestima de muitas pessoas.
Embora sejam bastante comuns, as estrias ainda geram muitas dúvidas, mitos e inseguranças. Por isso, compreendê-las é uma maneira fundamental de buscar uma abordagem de tratamento que realmente seja consciente e eficaz. Saiba mais no conteúdo a seguir.
CLÍNICA DE DERMATOLOGIA
ESTÉTICA EM SÃO PAULO.
Índice
O que são estrias?
Chamamos de estria a cicatriz formada após o rompimento de fibras de colágeno e elastina, proteínas responsáveis por manter a firmeza, a sustentação e a elasticidade da pele. Elas podem surgir em qualquer área do corpo, mas são mais comuns no abdômen, nas coxas, nos glúteos, nos seios e nas costas.
O rompimento das fibras ocorre quando a pele se estica e se contrai de forma rápida, intensa ou abrupta, levando a um processo inflamatório que resulta na cicatrização. Durante o auge da inflamação, a estria pode apresentar uma coloração mais forte, o que é amenizado com o passar do tempo.
Apesar disso, as estrias não representam riscos à saúde geral da pessoa. Ainda assim, elas podem causar um impacto significativo para a estética e a autoestima do indivíduo, principalmente quando estão localizadas em áreas mais visíveis.
Causas das estrias
Como mencionado anteriormente, a estria é causada pela distensão constante da pele que leva ao rompimento das fibras dérmicas. Esse rompimento, por sua vez, é causado por situações como:
- Crescimento acelerado, especialmente na adolescência, quando as mudanças corporais são mais rápidas e intensas;
- Variações de peso;
- Alterações hormonais;
- Uso inadequado de corticosteroides ou outras substâncias que interferem na produção de colágeno;
- Gravidez;
- Predisposição genética.
Sintomas e aparência
Ainda que muitas vezes a estria seja associada apenas à aparência, ela pode apresentar alguns sintomas associados, especialmente em sua fase inicial. Sensações como coceira, ardor ou leve desconforto podem ser comuns quando o processo inflamatório do rompimento das fibras está ativo.
O aspecto é o de linhas alongadas, mas, como mencionado anteriormente, passa por estágios diferentes. No início, a coloração rosada, arroxeada ou avermelhada é mais intensa, mas se torna mais clara com o passar do tempo. Durante esse período, a estria também adquire uma aparência mais atrófica.
Tratamento e prevenção
O tratamento para estria deve ser individualizado e baseado em uma avaliação médica detalhada, que precisa levar em consideração fatores como a idade do paciente, o tipo de pele, o estágio da cicatrização e os possíveis fatores causadores do problema.
Após essa avaliação inicial, é possível estabelecer um protocolo de tratamento que pode envolver desde abordagens com tecnologias até o uso de medicamentos tópicos e tratamentos injetáveis para estimular a produção de colágeno e elastina, a renovação celular e a melhora da textura da pele.
Em geral, quando a estria ainda está em fase inicial, a resposta aos tratamentos costuma ser mais expressiva, o que reforça ainda mais a importância de um diagnóstico precoce.
É importante lembrar que as estrias nem sempre desaparecem completamente, mas um tratamento bem indicado é capaz de fazer com que elas se tornem praticamente imperceptíveis, além de renovar a pele e as fibras dérmicas para evitar o reaparecimento ou a piora das lesões.
Vale mencionar, também, que algumas ações podem ter papel fundamental na prevenção de novas estrias. Manter a pele hidratada, adotar hábitos de vida saudáveis e acompanhar as mudanças corporais, especialmente em fases como a puberdade, a menopausa e a gravidez, são ações essenciais que ajudam a reduzir o risco de formação de novas cicatrizes.
Ainda assim, é importante destacar que nem sempre é possível evitá-las completamente, especialmente quando sua formação está relacionada à predisposição genética.
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Perguntas frequentes
O que fazer para tirar estrias?
O primeiro passo para tratar a estria é buscar uma avaliação especializada por um profissional qualificado que indicará o tratamento mais adequado para cada tipo e fase da estria, e de acordo com as características individuais do paciente.
É possível a estria sumir?
As estrias não costumam desaparecer completamente, pois representam uma alteração estrutural da pele. No entanto, tratamentos adequados são capazes de suavizar sua aparência de forma significativa, tornando-as praticamente imperceptíveis.
É normal ter estrias com 14 anos?
É completamente normal ter estrias com 14 anos. Nessa fase, o corpo passa por uma verdadeira transformação, com crescimento acelerado e alterações estruturais que favorecem o surgimento desse tipo de cicatriz.
Fontes:
